Krav maga é muito mais que uma simples luta, um sistema de combate corpo a corpo de origem Hebraica (Israel) que se utiliza de elementos provindos de várias artes marciais para que o praticante chegue a vitória perante riscos à sua segurança pessoal ou daqueles que o acompanham. Nosso sistema denominado AKIVA-GUIBOR eleva esta ARTE DE COMBATE a níveis EXTREMOS de eficiência. Venha nos conhecer e mergulhe em um novo conceito no campo da segurança pessoal.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Saibam como as Tribos perdidas de Israel se espalharam pelo mundo Parte 3
Saibam como as Tribos perdidas de Israel se espalharam pelo mundo:
http://ijew.com.br/serie-as-dez-tribos-perdidas-de-israel-parte-3-final/
Saibam como as Tribos perdidas de Israel se espalharam pelo mundo:
Saibam como as Tribos perdidas de Israel se espalharam pelo mundo:
http://ijew.com.br/srie-as-dez-tribos-perdidas-de-israel-parte-2/
AS 10 TRIBOS PERDIDAS – OS CHIANG-MIN E OS YUTAI: JUDEUS NA CHINA
AS 10 TRIBOS PERDIDAS – OS CHIANG-MIN E OS YUTAI: JUDEUS NA CHINA
Nas áreas montanhosas no Noroeste da China, a Oeste do Rio Min, próximo à fronteira do Tibet, vive em Szechuan um povo antigo, chamado pelos chineses de chiang ou chiang-min, totalizando cerca de 250 mil pessoas. A tribo tem antigos costumes israelitas, e acredita em um Deus único e mantêm a tradição oral de que vieram do Oeste distante. Os chiang dizem que seu antepassado teve 12 filhos e costumam comemorar a Páscoa, a purificação, e a exigência do casamento de um homem com a viúva de seu irmão caso o falecido não tenha deixado filhos etc, como os antigos israelitas. Em Kaifeng sabe-se que havia uma grande comunidade judia desde os tempos antes da era cristã.
O idioma da tribo Chiang havia sido esquecido e perdeu-se também sua escrita antiga. Hoje falam chinês e outras duas línguas, uma originária do Tibet e a outra um dialeto chamado Chiaring.
A região onde vivem é famosa por suas plantas e animais raros, como o panda.
O povo Chiang mora em aldeias semelhantes a fortalezas, geralmente construídas sobre colinas. No passado, foram um grande povo que governava os territórios das províncias, de Kansu, ao Norte, até Liyunan ao Sul.
Mapas históricos durante a Dinastia Han (século 3 a.e.C. até o século 3 e.C.), mostram que esta tribo espalhou-se em direção ao Norte da China. Eles vêem a si próprios como imigrantes vindos do Oeste, que atingiram esta região após uma jornada de três anos e três meses. Os chineses os tratavam como bárbaros, e eles consideravam os chineses como adoradores de ídolos.
Houve ódio e inimizade por muito tempo entre os chineses e esta tribo. Viviam de forma independente até meados do século dezoito, quando se tornaram parte da população em geral, a fim de conseguir mais liberdade. A pressão religiosa feita pelos chineses, a expansão do Cristianismo e a influência de casamentos mistos fizeram com que a tribo Chiang desistisse, de forma geral, de sua maneira de ser monoteísta.
Entretanto, ainda hoje é possível aprender sobre as tradições passadas da tribo Chiang, por seus costumes e pela fé que ainda conservam. Esta tribo viveu à maneira israelita por 2.300 anos.
Segundo a sua tradição, a tribo Chiang é descendente de Avraham (Abrahão), e seu antepassado teve 12 filhos. Aqueles que não desposaram chinesas após sua vitória na guerra ainda têm aparência semítica.
Os traços de caráter deste povo são: integridade, amor ao próximo, solidariedade, generosidade, modéstia, timidez, gratidão e teimosia. Sentem também temor a Deus e aos céus.
Seu conceito de Deus é de um Deus Todo-Poderoso que vigia o mundo inteiro, julga o mundo com justiça, recompensa os justos e pune os perversos. Este Deus lhes dá a oportunidade de sentir arrependimento e expiar suas más ações.
No passado, escreviam em rolos de pergaminho e livros, mas hoje têm apenas a tradição oral. Eles próprios não entendem as preces que recitam todas as semanas.
O costume do sacrifício
A tribo chiang tem um estilo de vida muito especial, baseado nas oferendas de animais que parecem ter sido observadas entre as Dez Tribos de Israel. É proibido venerar estátuas ou deuses estrangeiros e qualquer pessoa que ofereça um sacrifício a outro deus está sujeira à pena de morte.
Talvez por causa da influência assíria do passado, eles tentam construir seus altares próximos a árvores ou galhos. O altar é construído com terra moldada em pedras, colocadas umas sobre as outras, sem serem cortadas por nenhuma ferramenta de metal. É importante ter-se em mente que na Torá (Shemot 20:22), um altar antigo não podia ser feito de pedras cortadas, pois a espada ou ferramenta usada para cortar a pedra era também um instrumento de guerra e ferimento.
Antes da oferenda de sacrifícios, a pessoa é solicitada a lavar-se e vestir-se com roupas limpas. Sacrifícios de animais também devem ser lavados e purificados. Há um lugar especial para a purificação e lavagem. Os anciãos e o sacerdote colocam as mãos sobre a cabeça do animal a ser abatido e então oferecem suas preces.
Entre os consumes que a tribo chiang adotou estão as leis de casamento levirato. É considerado vergonhoso para uma mulher deixar seu cabelo descoberto, por isso usam écharpes brancas. Não existem danças em que tomem parte homens e mulheres. Eles têm ainda um costume de fechar todas as florestas por 50 anos, após os quais realizam uma cerimônia especial para marcar sua reabertura.
A tribo chiang possui também uma cerimônia com um rolo branco de pergaminho. Demonstram grande amor pelo pergaminho e são cuidadosos com ele, para ter certeza que permanecerá imaculado.
A tribo chiang tem uma festa de Ano Novo, uma festa de Ação de Graças, mas a circuncisão não é realizada. Porém, após o 7º dia, ou ao anoitecer do 40º dia, um galo branco é abatido em honra da criança, que então recebe um nome, numa cerimônia muito parecida aos dos antigos israelitas.
Mais semelhanças
De acordo com um missionário escocês, o reverendo Thomas Torrance que visitou a região em 1918 os chiang-min são descendentes dos antigos israelitas antigos que chegaram à China séculos antes da era comum. Torrance produziu várias publicações nos anos 20 sobre esse assunto, e em 1937 escreveu um livro onde nota que os chiang-min "retêm marcas inquestionáveis da descendência israelita e características semitas inconfundíveis".
Concluiu ainda que existem características religiosas comuns. Os chiang-min acreditam em um D-s e servem o Abbah Molan, rememorativo do israelita Malach ou mensageiro de Deus (anjo). "Em tempos de calamidade ou angústia aguda, as pessoas têm um gemido ou gritam 'Yawie' o que soa sugestivamente... um dos nomes bíblicos de Deus."
Para Torrance, a concepção de sacrifício dos chiang veio também dos Israelitas antigos. O modo de arar a terra dos chiang é também semelhante ao dos antigos israelitas, com o arado puxado por dois bois, conforme estipulado em Deuteronômio. 22:10: "Não colocarás para arar juntos um boi e um asno". Os sacerdotes chiang, como os antigos sacerdotes israelitas usam cintas para atar suas túnicas, e sustentam uma vara sagrada moldada como uma serpente, rememorativa ao nehushtan bíblico (a serpente de metal feita por Moisés: Números 21:9; II Reis 18:4).
Muitos missionários que entraram em contato com os judeus chineses entre os séculos 17 e 19 convenceram-se de que eles eram os descendentes das Tribos Perdidas que tinham chegado por Khourasan e Turkesan, ou na rota de mar pela Índia e pelo arquipélago malaio; outros, porém, acreditam que são de origem judia persa.
As Tribos perdidas de Israel 1
Israel decidiu conceder vistos a cerca de 50 membros da tribo Bnei Menashe, que diz ser uma das dez tribos israelenses que teriam se perdido há mais de dois mil anos.
Há dez anos, o país já havia permitido a entrada de 1.700 dos 7.200 integrantes do grupo que atualmente reside na Índia, mas a política de vistos foi posteriormente interrompida.
O grupo ganhou mais importância em 2005 após um rabino tê-la reconhecido oficialmente como uma das dez tribos israelitas perdidas muitos séculos atrás.
Acredita-se que o grupo pertença a uma das dez comunidades que foram exiladas quando os assírios invadiram o norte do reino de Israel no século VIII a.C.
De acordo com os relatos transmitidos por sua tradição oral, a tribo diz que nos últimos dois milênios passou pela Pérsia (atual Irã), Afeganistão, Tibete, China e Índia, onde acabou se fixando nos estados de Manipur e Mizoram, no nordeste do país.
Raízes
Houve momentos emocionantes no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Tel Aviv, quando os cerca de 50 membros dos Bnei Menashe se reencontraram com parentes que tinham ido para Israel no primeiro ciclo de imigração.
Centenas mais devem chegar ao país nas próximas semanas, disse Michael Freund, chefe do grupo Shavei Israel, que ajudou a organizar a viagem.
'Os membros dessa tribo jamais esqueceram suas raízes e estamos animados em poder ajudá-los a voltar', acrescentou.
Mas há quem critique a decisão. Para os que se opõem, as ligações da tribo com o judaísmo não têm base histórica. Eles acusam os Bnei Menashe de querer fugir da pobreza na Índia.
Reconhecimento
Em março de 2005, após anos de investigações, o rabino-chefe Shlomo Amar reconheceu as demandas dos Bnei Menashe oficializando-os como uma das tribos perdidas de Israel.
O anúncio levou a uma onda de imigração para a 'terra prometida', onde os membros da tribo foram convertidos ao judaísmo ortodoxo pouco depois da chegada.
O fluxo se interrompeu em 2007, quando o governo decidiu suspender a política de conceder vistos a esse grupo.
Agora, com a revisão desta suspensão, acredita-se que todos os integrantes da tribo que ainda estão na Índia imigrem para Israel.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
KRAV MAGA - QESHETH (ARTE DA GUERRA DO POVO HEBREU)
KRAV MAGA - QESHETH (ARTE DA GUERRA DO POVO HEBREU)
Enquanto a maioria das pessoas estão familiarizadas com o fato de que em todo o período do Velho Testamento o povo Hebreu teve que guerrear em batalhas de conquistas ou defender-se contra as mais diversas formas de tirania e opressão, muito poucos já ouviu falar de quais formas de combate eram usadas por estes guerreiros de Deus.
Nas últimas décadas as artes marciais de Israel ganharam fama mundo afora sob o nome do Krav Maga cuja tradução é simplesmente COMBATE CORPO A CORPO. Mas o que poucos sabem é que as estruturas ensinadas no Krav Maga nos dias de hoje são apenas a ponta de um enorme iceberg ainda encoberto pelas águas do desconhecido.
Venho através deste pequeno texto tentar explicar sobre QESHETH ou seja as antigas formas de COMBATE CORPO A CORPO utilizadas pelo povo hebreu.
Qesheth é um sistema milenar que se originou nas raízes do povo Hebreu "com os três patriarcas Abraão, Isaac e Jacó". Abraão (poucos sabem disso) era filho de Terah , o senhor da guerra do Grande Nimrod , que uma vez governou o reino da Babilônia com mão de ferro sendo temido por todos os povos de sua época. Quando Abraão deixou a Babilônia para a terra de Cana'an, ele ensinou o sistema de combate a seu filho Isaac. Isaac por sua vez ensinou a seu filho, Jacó. Jacó desenvolveu ainda mais esta arte e deu uma forma única para cada um de seus filhos, que mais tarde se tornaram as doze tribos de Israel. E assim surgiram as doze formas primárias de QESHETH.
Através dos tempos o Qesheth foi evoluindo e se modificando, se adaptando. Muitas influencias ocorreram, mas podemos destacar (em eras passadas) as egípcias devido ao grande período em que os Hebreus estiveram naquela região e a Greco-Romana que eras mais tarde lançou novos elementos e estratégias nas estruturas do QESHETH.
Mais modernamente, principalmente após a reconstrução do Estado de Israel as Artes de GUERRA (QESHETH) tiveram um novo folego e sob influencia de sistemas orientais, principalmente japoneses tomaram a forma que conhecemos hoje como Krav Maga. Mas o QESHETH Clássico sobreviveu ao tempo e continuou existindo através de famílias que mantiveram acesso este conhecimento milenar que influenciou a formação das formas de combate da elite das Forças de Inteligencia de Israel.
Pretendo em breve continuar explicando sobre as origens das técnicas que estudei sob a tutela de Alef Nikolai Akiva e também sobre as estruturas clássicas do QESHETH (as doze estruturas que provem das tribos primitivas e as dez formas que advêm das Sephiroth) que mostram a riqueza de formas de combate que vão bem além daquilo que alguns entendem por ser o Krav Maga.
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